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Como se pode observar na figura, o transístor resulta da união de dois diodos. Apenas com a ressalva de que ambos os diodos compartilham a base, ou seja, o elemento N nesse caso. Há nele, portanto, duas junções. Como é de esperar, em cada uma das junções forma-se uma camada de depleção, em que os elétrons e lacunas se equilibram, gerando uma barreira de potencial.
O funcionamento
Primeiro, vamos colocar uma bateria entre o emissor e a base. Para fazer uma polarização direta, ligamos o terminal negativo (fluxo de elétrons) da bateria ao emissor (porção N - excesso de elétrons) e o terminal positivo (fluxo de lacunas) à base (porção P - excesso de lacunas). Desta forma, a região N, com excesso de elétrons, recebe ainda mais elétrons, e a porção P recebe ainda mais lacunas.

Polarização direta emissor-base
Como vimos no caso do diodo, a polarização direta faz com que a porção emissor-base se comporte exatamente como um condutor.
Ao mesmo tempo, vamos polarizar inversamente o conjunto base-coletor. Para isso, conectamos o terminal positivo (fluxo de lacunas) da bateria ao coletor (porção N - excesso de elétrons) e o terminal negativo (fluxo de elétrons) à base (porção P - excesso de lacunas). Desta forma, os elétrons do coletor serão atraídos pelas lacunas do pólo positivo da bateria e as lacunas da base serão completadas pelos elétrons do pólo negativo. Como também vimos no caso do diodo, essa polarização inversa faz com que a porção base-coletor não conduza corrente.
Mas agora veja a parte mais importante: dissemos que iríamos fazer as duas polarizações anteriores simultaneamente. Veja então o interessante efeito que obtemos:

   

 

 

 
 
 
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